Livro - Algebra Linear - Alfredo Steinbruch


"Este foi preparado para servir de livro-texto para um curso a ser ministrado em um semestre com uma carga horária de 4 aulas por semana. Com uma linguagem clara e acessível, o livro busca ensinar ao leitor essa disciplina fazendo uso de exercícos com respostas para a fixação da parte teórica apresentada. Esta edição, totalmente revisada, teve seus conceitos reformulados; supressões e acréscimos e, sobretudo, a inclusão de 519 problemas que o livro anterior não possuía. O texto se tornou mais prático e mais simples para atender ao objetivo maior que é o de ser útil ao processo de ensino-aprendizagem."

Livro - Geometria Analítica - Alfredo Steinbruch


Originalmente publicado como Álgebra Linear e Geometria Analítica, este livro foi desmembrado em Geometria Analítica e Álgebra Linear. A simplificação do texto tornou a obra extremamente útil no processo de ensino-aprendizagem. O volume Geometria Analítica foi totalmente revisado, os conceitos fora m reformulados e acrescidos 379 problemas. Após cada exposição há exercícios propostos e resolvidos.

Documentário - A História dos Números Primos


A cerca de dois mil anos um enigma matemático confundia a cabeça das mentes mais fantásticas do mundo. Era um tipo de problema que necessitava de matemáticos corajosos o suficiente para enfrentá-lo, alguns entraram em desespero, outros ficaram muito bravos e alguns tentaram até o suicídio. Sendo ainda esse o mistério que fez parte da vitória britânica sobre o nazismo alemão, e que foi fundamental para a invenção do computador e que lançou luz sobre o comportamento dos átomos.

Qual é o grande mistério da matemática? O mistério que desafiou matemáticos durante séculos é o enigma dos números primos. Esse é o grande problema insolúvel da matemática.

Essa é a história de alguns que tentaram desvendar o segredo desses números.


Documentário - A História da Matemática 4 - Além do Infinito


A quarta e última parte da série mostra que, para muitas pessoas, o prazer da Matemática está no entendimento do problema, e não simplesmente na solução correta. Em 1900, o matemático francês David Hilbert identificou os mais importantes enigmas não resolvidos que desafiavam os matemáticos, definindo o roteiro de pesquisas para a Matemática no século XX. 15 dos 23 problemas já foram pelo menos parcialmente resolvidos. Os restantes continuam dando trabalho a quem persegue uma resposta. 

Hoje, contamos com o computador, que revolucionou a Matemática ao permitir cálculos ultrarrápidos e ao ajudar os matemáticos a ver o caos. Só que provar sem entender ainda é uma questão que perturba os matemáticos.


Documentário - A História da Matemática 3 - As Fronteiras do Espaço


Neste terceiro episódio da série, veremos que resolver problemas matemáticos ganhou status de competição no século XVI, com prêmios generosos para os vencedores. Nessa atmosfera competitiva, não é surpreendente que os matemáticos escondam zelosamente seus conhecimentos e, algumas vezes, se comportem muito mal. Girolamo Cardano ficou famoso por resolver as equações de terceiro grau, ou cúbicas - solução que lhe foi passada, sob promessa de sigilo por outro matemático, Nicolo Tartaglia. 

A França começa a desafiar a dominação italiana no campo da Matemática com René Descartes, que ligou álgebra e geometria, um passo decisivo que mudou para sempre o curso da disciplina. Ele foi seguido por um prodígio da Matemática, Pascal, que, aos doze anos, provou que a soma dos ângulos de um triângulo equivalem a dois ângulos retos. Pascal inventou uma calculadora mecânica e provou a possibilidade da existência do vácuo. 

Na Inglaterra, Isaac Newton desenvolveu o cálculo, quase na mesma época que Gottfried Leibniz, na Alemanha. A não publicação por parte de Newton de sua descoberta gerou uma longa disputa sobre a autoria, que prejudicou a evolução desse novo campo da ciência.


Documentário - A História da Matemática 2 - O Gênio do Oriente


A série é uma produção da BBC e da Open University que resume 30 mil anos de desenvolvimento das ideias matemáticas que formam a base da nossa cultura, ciência e tecnologia. É conduzida pelo professor de Matemática da Universidade de Oxford, Marcus du Sautoy, um cientista conhecido pelo esforço que faz para popularizar a Matemática.

O Ocidente muitas vezes esquece o grande legado matemático que recebeu das civilizações orientais. Muitas das descobertas da Matemática que transformaram o mundo em que vivemos nunca receberam o devido crédito. Esta é a história não contada dos matemáticos do Oriente que transformaram o Ocidente e deram à luz um novo mundo. 

Na China, por volta de 200 a.C., a Dinastia Han estimulou estudiosos a compilar um livro conhecido como Os Nove Capítulos, que tentou recuperar e preservar para sempre as lições perdidas dos matemáticos chineses da antiguidade. O texto se dedica a resolver problemas práticos - do mundo real: como dividir terras e produtos, e como administrar trabalhos de construção.

A Índia foi a primeira civilização a desenvolver um sistema numérico com um símbolo para representar o zero - um dos grande marcos no desenvolvimento da matemática. Aryabhata (476 - 550 d.C.) produziu um método para encontrar o valor de Pi que gera seu valor verdadeiro mais acuradamente que qualquer outro método contemporâneo.

No século 7 d.C, estabeleceu-se um novo regime com centro em Bagdá, que pretendia se transformar na maior usina intelectual do mundo. Fundou-se um novo centro de ensino, chamado de A Casa da Sabedoria, que se tornou ponto-focal das tentativas de reunir o conhecimento matemático da Grécia, da Índia e da Babilônia.


Documentário - A História da Matemática 1 - A Linguagem do Universo


É o primeiro de quatro episódios da série, uma produção da BBC e da Open University que resume 30 mil anos de desenvolvimento das ideias matemáticas que formam a base da nossa cultura, ciência e tecnologia. É conduzida pelo professor de Matemática da Universidade de Oxford, Marcus du Sautoy, um cientista conhecido pelo esforço que faz para popularizar a Matemática.

Neste programa Marcus du Sautoy observa como a Matemática é fundamental nas nossas vidas, antes de explorar os estudos do Antigo Egito, Mesopotâmia e Grécia. No Egito, ele verifica o conhecimento antigo sobre o sistema decimal, baseado nos dez dedos das mãos; o método de multiplicação e divisão; números binários; frações e sólidos como a pirâmide.

Ele descobriu que o caminho para contar o tempo atualmente (com sessenta segundos em um minuto e sessenta minutos em uma hora) é baseado em um sistema babilônico, e nos mostrou como os babilônios utilizavam as equações de segundo grau para medir suas terras.

Na Grécia, ele observa as contribuições de alguns gigantes da Matemática, incluindo: Platão, Euclides, Arquimedes e Pitágoras - a quem é creditado a transformação da Matemática a partir de uma ferramenta de contar. Pitágoras foi visto como uma figura controversa, com ensinamentos considerados suspeitos e cujos seguidores foram vistos como membros de uma seita bizarra. Bem como o seu trabalho inovador sobre as propriedades dos triângulos retângulos, Pitágoras desenvolveu outra teoria importante, depois de observar as propriedades dos instrumentos musicais: ele descobriu que os intervalos entre as notas musicais harmoniosas são sempre em proporções de números inteiros para o outro.


Refletindo sobre a comunicação

A aula era de Português instrumental, estávamos debatendo o assunto relacionado e língua e códigos linguísticos, em determinado momento a professora fez uma ligação dizendo que o código da língua é composto por falantes e ouvintes, fazendo-nos entender que se não houver uma falante e um ouvinte não existe língua ou linguagem (comunicação). Neste momento minha mente voltou-se a um texto que escrevi um tempo atrás intitulado “As linguagens” onde falava justamente sobre a comunição e o processo envolvido na comunicação das pessoas e quais as interações a que nosso cérebro passa para receber a informação e interpretá-la, ao refletir sobre isso, comentei com um colega ao lado, que partindo-se desse entendimento talvez poderíamos afirmar que independentemente do idioma as interações psíquicas (mentais) talvez fossem as mesmas na comunicação dos seres humanos, ou seja, como na linguagem temos dois signos linguísticos, o significante (imagem acústica) e o significado (imagem “visual”) poderíamos dizer que as interações psíquicas do cérebro na associação do significante com o significado seja a mesma em qualquer idioma. Exemplo se em português ao comunicar-me com uma pessoa eu digo “Bom Dia” e em inglês eu digo “Good Morning”, apesar de a acústica ser diferente a interpretação do cérebro em relação às interações psíquicas foram às mesmas. 

Supondo que as pessoas pudessem se comunicar apenas por interações cerebrais então penso que não seria necessário o significante no processo da comunicação visto que as interações seriam feitas pelo significado, ou seja, de um cérebro de uma determinada pessoa para outra. Visto que não existiriam palavras audíveis sendo pronunciadas, os códigos linguísticos de falante e ouvinte seriam aplicáveis? Em outras palavras, poderíamos classificar esta interação entre os dois cérebros com uma comunicação mesmo não havendo um falante e um ouvinte?

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O site MatemáticaUESB.com é um espaço onde os alunos do Curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia terão acesso a uma gama de materiais que poderá ajudá-los no decorrer do curso. Pretendemos disponibilizar cursos online por meio de vídeo aulas, resoluções de exercícios, especialmente das lista de exercícios que os professores passarem para determinada disciplina, compartilharemos também livros em arquivo PDF, seja este propriamente utilizada como material de apoio do curso ou um livro que fale sobre a Matemática. Filmes e Documentários também poderão ser acessados e assistidos aqui no Site.

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